Foi reaberta ontem a concorrência pública para licitação do aterro sanitário de Campo Grande e a empresa que apresentou a melhor proposta foi a Hélio Corrêa – empresa radicada em Campo Grande – no valor de R$ 3,27 milhões, uma economia de R$ 1,7 milhão em relação ao preço em que foi orçada a obra (R$ 4,9 milhões). O presidente da Comissão Especial de Licitação, Bertholdo Figueiró Filho, afirma que ainda será feita análise de dados das planilhas, conferindo multiplicações e somas, trabalho que deve durar cerca de 10 dias.
A previsão é que as obras tenham início em novembro e devem durar 12 meses. O processo de licitação foi postergado por 15 dias úteis devido a recurso impetrado pela empresa Norenge, que foi excluída do processo por perder prazo para apresentação de documentação. As propostas já estavam retidas e lacradas na Comissão de Licitação desde o dia 23 de agosto. Betholdo afirma que o recurso foi indeferido porque na própria argumentação a Norenge admite dificuldades no entendimento do edital. Nove empresas se inscreveram no processo e somente a Norenge foi excluída. O aterro será edificado na saída para Sidrolândia e é condição para ativação do presídio federal, conforme decisão da Justiça.
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