Prefeitura deve avançar para análise de preços, conforme diretor da Central de Licitação
A empresa Norenge Engenharia não questionou ainda a decisão da Central de Licitação da Prefeitura de Campo Grande de excluí-la do certame que vai escolher a responsável pela construção de um aterro sanitário. Amanhã, às 16h, vence o prazo, conforme o diretor do órgão, Bertholdo Figueiró.
Se a empresa não recorrer, a prefeitura parte para a análise das propostas de preços. Ficam oito empresas na disputa. O projeto do aterro, na saída para Sidrolândia, é estimado em cerca de R$ 4,9 milhões.
No final do mês esse processo deve estar encerrado e a prefeitura deve até a metade de novembro ter vencido a etapa burocrática para formalizar contrato com a empresa selecionada. A prefeitura tem pressa em concluir o certame para ter logo pronto o aterro. Isso porque a desativação do lixão é um requisito para o funcionamento do presídio federal.
Ficam na licitação as empresas Contern Construções e Comercial Ltda, Hélio Corrêa Construções Terraplanagem Ltda, Construtora Industrial São Luiz SA., GTA Projetos e Construções Ltda., Anfer Construções, Delta Construções, Cobel Construções de Obras e Engenharia Ltda., Gaspar SA.
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