Está publicado no Diário Oficial de Porto Alegre desta quarta-feira, 3, o aviso de licitação para a construção do Parque Urbano da Orla do Guaíba. O projeto contempla os primeiros 1.320 metros - trecho compreendido entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias. A sessão de abertura das propostas das empresas ou consórcios interessados está marcada para 13 de julho.
Haverá uma intervenção correspondente a 10 hectares, com a construção de novos passeios, ciclovia, um ancoradouro para barcos de passeio, um restaurante e seis bares, quatro decks, duas quadras de vôlei, duas de futebol e duas academias ao ar livre, vestiário, playground, além de duas passarelas metálicas com Jardim Aquático. A obra qualificará as atividades de lazer e gastronomia da região, além de agregar total acessibilidade em todos os seus espaços.
Todo o projeto foi feito com foco na segurança de quem frequentar o parque. Para tanto, será colocada iluminação especial, com caminhos iluminados com fibra ótica e lâmpadas led, permitindo o uso durante as 24 horas do dia. Também haverá uma central de segurança com a Guarda Municipal para videomonitoramento da região. Em paralelo às obras do parque, a prefeitura revitalizará a Praça Júlio Mesquita, que receberá um playground, uma quadra de futebol (com piso de concreto) e um deck de madeira.
Resgate - A obra representa a recuperação e o fortalecimento da relação de Porto Alegre com o Guaíba. Toda a área contará com paisagismo e urbanização adequados ao uso, com o manejo da vegetação existente, e ganhando novas espécies. A modalidade será concorrência pública, pelo tipo menor preço, aberta inclusive à participação de empresas de fora do país.
O projeto do Parque Urbano da Orla do Guaíba possui 630 pranchas detalhadas das obras e mais de cinco mil itens no orçamento que terá um custo estimado de R$ 67,8 milhões, com prazo de execução de 12 a 18 meses. Os recursos são provenientes do Banco de Desenvolvimento da América Latina – a CAF (Corporação Andina de Fomento).
O projeto - Nasceu em 2011, com a assinatura do contrato pelo arquiteto Jaime Lerner, um dos mais importantes urbanistas do país, com reconhecimento internacional pelo conjunto de sua obra. Após a assinatura do contrato, o projeto foi construído junto com a população. Em outubro de 2013, foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores. Foi também aprovado pelo Conselho do Plano Diretor, que tem representação de entidades de classe e das oito regiões de planejamento (Centro; Humaitá/Navegantes/Ilhas e Noroeste; Norte e Eixo Baltazar; Leste e Nordeste; Glória/Cruzeiro e Cristal; Centro Sul e Sul; Lomba do Pinheiro/Partenon e Restinga e Extremo Sul). Além disso, o projeto passou por avaliação do Tribunal de Contas do Estado e pela Promotoria de Justiça e Habitação e Defesa da Ordem Urbanística do Ministério Público do Rio Grande do Sul.
03/06/2015
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