Após apagão nos semáforos no início do ano passado, a Prefeitura de São Paulo lançou, na tarde desta quinta-feira (15), um edital de chamamento público para modernizar e aumentar de 15 a 20% a quantidade de semáforos na cidade. O texto será publicado no Diário Oficial nesta sexta (16).
"São Paulo é a primeira cidade do País a fazer PPMI (Procedimento Preliminar de Manifestação de Interesse) dos semáforos. É uma iniciativa absolutamente pioneira e moderna, que vai permitir, a um custo muito melhor para o poder público, a implantação de alta tecnologia semafórica na maior capital do Brasil", defendeu o prefeito João Doria (PSDB).
Como é de costume da gestão do tucano, o objetivo é, por meio da inciativa privada, criar um sistema que automatize os semáforos e permita que eles sejam controlados à distância.
“Estima-se em até 20% o ganho de fluidez com semáforos inteligentes. Esse ganho representa economia de tempo, de gasto de combustível, de manutenção de veículos e de emissão de gases poluentes”, afirmou o Secretário Municipal de Transportes, Sérgio Avelleda.
A Prefeitura espera que empresas nacionais e internacionais participem do procedimento. Ele garante, porém, que o edital não foi inspirado em nenhum sistema implantado fora do Brasil.
“Não tem nada especifico nem em relação à Coreia, nem ao que há em outras cidades do mundo, mas nas cidades do primeiro mundo que a gente visitou, todas elas têm um sistema semafórico muito mais inteligente. São Paulo nesse aspecto parou no tempo e urge fazer esse investimento. Isso é fundamental para a segurança viária e para a qualidade de vida das pessoas.
As empresas interessadas terão até o dia 2 de abril para apresentar os projetos. Após tal prazo, a gestão municipal espera concluir PPMI e dar início à licitação até final de junho.
“Tão logo a gente receba as contribuições, nós vamos nos dedicar a transformar essas contribuições numa modelagem, em um edital. (...) Isso será feito de uma maneira muito rápida, questão de algumas semanas, e vamos publicar o edital. A partir daí, é uma licitação. Tem uma data para entrega das propostas, mas tem as contingências que podem acontecer. A nossa intenção é no primeiro semestre de 2018, temos o edital na rua e assinarmos o contrato o mais rápido possível”, afirmou Avelleda.
O modelo de Parceria Público Privada será de concessão administrativa. Nele, o poder público paga uma contraprestação, que inclui o ressarcimento do investimento e os serviços de manutenção nele previstos.
Ainda de acordo com Avelleda, o foco inicial do plano de modernização será as vias e cruzamento de maior fluxo e incidência de travessia de pedestre do Centro expandido.
"Os semáforos onde nós temos mais fluxo seriam operados completamente de maneira inteligente e remota, inclusive com software que lhe propicia a própria alteração da programação semafórica automaticamente, sem prejuízo de eventualmente ter intervenção humana. Os demais permitirão as centrais fazer alteração. A imensa maioria dos semáforos da CET, qualquer intervenção tem que ser feita no campo. Quer seja para manutenção, quer seja para programação."
15/02/2018
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