O destino do FPSO Piloto de Libra será decidido nas próximas horas. Apesar de toda a pressão feita pelo Consórcio de Libra na última semana, o desembargador Federal Néviton Guedes (foto), do Tribunal Regional Federal da 1a Região, vai proferir somente nesta segunda-feira (13) ou amanhã (14) o seu voto sobre o processo que trata da licitação para o afretamento da unidade.
O magistrado é o responsável pelo julgamento da ação movida pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval). A entidade conseguiu uma liminar (decisão provisória) que suspendeu a licitação do FPSO.
No final da semana passada, representantes do Consórcio de Libra (formado por Petrobrás, Shell, Total, CNPC e CNOOC) estiveram em reunião com o desembargador para apresentar argumentos favoráveis à liberação da licitação. As empresas que compõem o grupo alegam que os preços apresentados nas duas cotações feitas com as exigências originais de conteúdo local não corresponderam às expectativas.
Do outro lado, o Sinaval – que representa os estaleiros brasileiros – rebate dizendo que associados do sindicato não foram sequer procurados para cotar preço para o FPSO do campo de Libra. A Petrobrás diz que a construção do navio-plataforma no Brasil seria 40% mais cara. No entanto, o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, diz que desconhece o meio usado para chegar ao cálculo desses 40%, uma vez que os estaleiros brasileiros não foram consultados.
13/03/2017
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