A licitação para a primeira etapa das obras de construção do Teatro Municipal pode ser reaberta nos próximos dias. A Secretaria Municipal de Cultura foi autorizada pelo Ministério da Cultura (Minc) a reiniciar o processo, após correção do projeto. A Secretaria de Obras e Pavimentação apontou erro no projeto de fundação. Uma das estacas exigidas não é mais encontrada no mercado, o que inviabilizaria a participação da empresa vencedora da licitação, que não poderia cumprir as especificações. “Tivemos que submeter o projeto novamente ao Ministério da Cultura, que deu sinal positivo para a licitação”, explica o secretário de Cultura Leonardo Ramos.
A primeira etapa corresponde a terraplenagem, fundações e alvenaria da Sala Maior de apresentações. Nesta fase, devem ser investidos R$ 8 milhões do governo federal. Segundo Ramos, as obras devem ser iniciadas ainda neste semestre.
Já a restauração do prédio da Secretaria Municipal de Cultura deverá ser submetida à nova licitação. A obra iniciada em setembro de 2010 está parada há meses. A empresa que ganhou a primeira licitação fez a parte estrutural, mas não pode concluir os trabalhos porque não era especializada no restauro. O contrato foi rompido e uma nova licitação foi feita, mas nenhuma empresa se candidatou.
“Poderíamos dispensar um novo processo porque a licitação foi deserta. Já posso fazer essa dispensa, mas o melhor é sempre licitar. Então faremos outra licitação”, comenta o secretário de Gestão Pública, Fábio Reali.
O prédio da Secretaria de Cultura é um dos 12 projetos originais dos arquitetos Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, em Londrina, realizados entre 1948 e 1955. O objetivo é que a restauração obedeça à proposta original da edificação, inaugurada em 1954. Modificações serão necessárias, como a instalação de um elevador para os portadores de necessidades especiais, em atenção à legislação vigente. O secretário Leonardo Ramos acrescenta que a empresa que assumir a obra terá prazo de 180 dias para a conclusão, a partir do início dos trabalhos.
Por sua vez, o projeto do Executivo rejeitado pelo Legislativo no final do ano passado, que possibilitaria a transformação do antigo Cine Augustus em teatro municipal, pode voltar à pauta da Câmara. O projeto previa a troca de três terrenos na Gleba Palhano, Jardim Vale do Reno e Parque Residencial Alcântara, avaliados em R$ 2,6 milhões pelas salas do antigo Cine Augustus, no Edifício Caminhoto (centro do calçadão) estimadas em R$ 3,7 milhões.
O secretário de Cultura acredita que, se a proposta for reapresentada pelo Executivo, aprovada pela Câmara e a negociação for concretizada com os proprietários do espaço, a Suroma Comercial e Agrícola Ltda, amenizará a falta de salas de espetáculos na cidade.
“A construção do Teatro Municipal, no Marco Zero, é uma obra que demorará muito pela complexidade. A cultura de Londrina precisa de um teatro mais rápido. Um projeto não tem nada a ver com o outro. São dois espaços que seriam importantes para abrigarem o que a gente produz”, avalia Ramos.
O Cine Augustus foi desativado na década de 1970 e tem espaço para 1,6 mil espectadores. Caso fosse transformado em teatro, o número de lugares seria reduzido para mil, já que um palco deverá ser construído para as apresentações.
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