A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) recebeu na última quarta-feira, 19, as propostas comerciais para a contratação de serviços de elaboração do projeto funcional e estudos de viabilidade ambiental e econômico-financeira de um novo serviço ligando os municípios de Barueri e Carapicuíba, incluindo Alphaville e Tamboré. As fases seguintes do processo, de acordo com a companhia, são de análise das propostas, depois recebimento das propostas técnicas e habilitação.
As propostas referem-se ao estudo para a instalação do ramal de trem para atender Alphaville e Tamboré, projeto prometido desde 2009 pelo governo do estado de São Paulo.
A companhia não informou quantas empresas concorreram ao processo, que vai elaborar o estudo de viabilidade técnica, indicando o melhor sistema de operação. A empresa que for contratada tem três propostas a serem estudadas para a região: o trem convencional, semelhante aquele que opera em toda a região, o monotrilho (que funciona em pilares elevados) ou um VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Após contratada a empresa, o estudo demora, em média, dez meses.
No início do ano, o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, informou que a expectativa do governo do estado é de que as obras do ramal para Alphaville e Tamboré estejam concluídas em 2015. Nessa semana, a previsão já é outra: de que as obras deverão sair do papel em 2015.
Como o governo do estado promete um sistema de transporte de massa eficiente desde 2009, pode ser que mude de opinião mais uma vez, já que há resistências quanto aos modelos apresentados. Por exemplo, a companhia já havia apresentado, no ano passado, a proposta de monotrilho para a região. O projeto foi descartado pela Prefeitura de Barueri, já que causaria muito impacto em Alphaville.
O projeto previa a construção de grandes pilares de sustentação para o monotrilho nas principais alamedas do bairro: Araguaia, Rio Negro, Mamoré, entre outras. À época, a prefeitura disse que não concordaria com o estudo e pediu um que provocasse menos impacto visual e ao meio ambiente.
Desde então, a CPTM e o próprio governo tem alterado as promessas e, mesmo com a abertura das propostas, nada está definido. Em material encaminhado à redação, um engenheiro faz questão de ressaltar que o solo de Alphaville e Tamboré, que é rochoso, não permite a implantação de linhas subterrâneas para o transporte sobre trilhos semelhante ao metrô. Ele sugere um anel viário passando por fora de Alphaville e Tamboré, mas permitindo a integração com a rodovia Castello Branco, além de municípios vizinhos, com a interligação por intermédio de corredores de ônibus, sem impactar diretamente nos bairros.
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