A explosão ocupacional no Distrito Federal tem desencadeado o crescimento de micro e pequenos empreendimentos dentro ou próximos de áreas irregulares, principalmente em condomínios. No entanto, os riscos para o empresário que investe em propriedade sem escritura são iminentes.
Assinado há quatro anos pelo então governador José Roberto Arruda e pelo procurador-geral do DF na época Leonardo Bandarra, o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 2/2007 garante ao governo o direito de abrir licitação pública dos estabelecimentos comerciais após a regularização fundiária da área condominial.
Trocando em miúdos, o TAC permite ao Executivo oferecer para a concorrência comércios em atividade localizados em áreas públicas da União ou de posse da Terracap. De acordo com o TAC, ganharia o direito à posse e à comercialização o interessado responsável pelo maior lance.
Ao antigo dono do estabelecimento caberia apenas a possibilidade de reembolso de gastos e investimentos feitos durante a ocupação da área não regularizada. O ressarcimento dos custos, sem teto previsto no termo, deve ser feito por meio de ação judicial. Em casos mais arriscados, alguns futuros comerciantes compram lotes de denominação residencial, instalam a atividade comercial e só depois reivindicam a transferência da finalidade da área para fins comerciais.
24/02/2012
14/09/2026
Curso Presencial IA na Prática para Licitações e Contratações Públicas - Porto Alegre-RS
O curso de Inteligência Artificial em Licitação e ...02/04/2026
Cursos Presenciais - Nova Lei de Licitação e Contratação Pública - Florianópolis/SC
Curso presencial foi idealizado para formar novos ...16/10/2026
Seduc abre licitação para construir dois colégios estaduais integrados em Rondonópolis
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso ...16/10/2026
Edital de licitação para construção de nova ponte entre Cotiporã e Bento Gonçalves é assinado
O edital de licitação para a construção de uma nov...