Apenas um consórcio está habilitado para participar da concorrência internacional que definirá qual empresa fará o estudo para a construção de uma ponte entre o Estado e a Argentina. No dia 10 de maio, o Diário Oficial da União divulgou o resultado da habilitação, depois de mais de dois meses de análise da documentação das empresas interessadas.
Três interessados estavam participando da concorrência. O consórcio Iatasa-Atec-Grimaux-Ballcons segue na licitação. Foram considerados inabilitados o consórcio Logit-Lca-Irvsa e a empresa Ecoplan Engenharia Ltda, em razão da documentação apresentada estar incompleta. O resultado pode ser contestado até segunda-feira. Se não houver recurso, a Coordenação-geral de Cadastro e Licitação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) vai enviar o relatório para a Argentina para que a data da próxima etapa seja marcada conjuntamente.
Após definida essa questão, o passo seguinte será a abertura do envelope B, que contém as propostas técnicas. O último envelope a ser analisado é o C, que tem a proposta de preço que a empresa cobrará para fazer o trabalho.
Estudo vai apontar local adequado para travessia
A previsão do Dnit é de que, em julho, o processo de licitação seja encerrado. O estudo que a empresa vencedora da concorrência vai realizar apontará qual o local mais adequado para a edificação da ponte.
Reivindicação antiga de municípios da fronteira, a construção de uma ponte sobre o Rio Uruguai foi escolhida pelos gaúchos como um dos três Projetos para o Rio Grande no ano passado. Entre o Estado e a Argentina, existem apenas duas travessias sobre o Rio Uruguai: em São Borja e em Uruguaiana. No restante da fronteira, onde há portos, é preciso utilizar balsas para transitar entre os dois países. Três locais poderão receber a nova ponte: Porto Mauá-Alba Posse, na região Noroeste, Porto Xavier-San Javier, nas Missões, e Itaqui-Alvear, na Fronteira Oeste. Outra localidade, Tiradentes do Sul-El Soberbio, também na região Noroeste, reivindica a edificação, mas foi excluída em um acordo binacional.
A importância
- A ponte facilitaria a ligação entre as duas regiões de fronteira e fortaleceria o comércio local, além de auxiliar no combate ao contrabando.
- Outra vantagem é que a estrutura agilizaria as importações e exportações entre dois portos: o de Rio Grande e o de Antofagasta, no Chile.
- Empresários e políticos da fronteira do Rio Grande do Sul dizem ainda que a construção intensificaria o fluxo de turistas nos dois países, além de facilitar a passagem de veículos vindos do Paraguai.
14/05/2010
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