Brasília - Três auditores da Controladoria-Geral da União estão em Cuiabá (MT) para ajudar a Polícia Federal na análise de documentos apreendidos na Operação Sanguessuga. Deflagrada na quinta-feira, a operação prendeu 46 pessoas envolvidas em fraudes nas licitações para a compra de ambulâncias em municípios do Mato Grosso. Entre os envolvidos estão dois ex-deputados e onze assessores parlamentares.
O controlador-geral da União, Jorge Hage, explicou que os auditores vão trabalhar nos documentos durante 15 dias, prazo final para o inquérito dos indiciados. As conclusões serão incluídas no inquérito e a controladoria irá produzir relatório a ser encaminhado ao Ministério da Saúde, órgão responsável pela compra das ambulâncias.
"Estamos atendendo ao pedido feito pelo delegado da Polícia Federal e enviamos para Cuiabá alguns analistas para, não só ajudar na identificação da documentação que foi apreendida com essas buscas e apreensões, como também na análise dessa documentação. É nessa etapa que estamos trabalhando em conjunto com a Polícia Federal", afirmou Hage.
A operação, batizada de sanguessuga, abriu mais de 140 inquéritos sobre 76 municípios, envolvendo mais de mil ambulâncias, que custavam em média R$ 100 mil.
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