Cercamento eletrônico de mais de 30 pontos de Santa Maria começará em 2019


Ainda no primeiro semestre de 2019, a prefeitura de Santa Maria quer colocar em prática o começo do cercamento eletrônico – com a utilização de pontos fixos nas rotas de entradas e saídas do município – de mais de 30 pontos das zonas urbana e rural. Para GaúchaZH, o chefe da Casa Civil, Guilherme Cortez, disse que será possível acompanhar as atividades em tempo real, e de forma online, por meio de imagens de 32 câmeras instaladas em pontos estratégicos.

Para isso, a prefeitura trabalha para viabilizar, para o próximo mês, a abertura de licitação para contemplar essa demanda e ainda mais outras situações. São elas: as quase 300 câmeras de monitoramento – que são mantidas pelo poder público e que estão desativadas desde o fim do mês de junho – e a interligação semafórica, segundo disse o secretário à reportagem.

— Essa é uma situação que vínhamos, de longa data, trabalhando para colocar em prática. E formamos, desde o começo do governo, uma frente de trabalho para cumprir com esse compromisso com a segurança pública — afirma Cortez sobre o cercamento eletrônico, que foi uma promessa de campanha do então candidato Jorge Pozzobom (PSDB).

Quanto ao tema da interligação do conjunto semafórico, Cortez projeta que “o sistema representará um avanço por se valer de um método inteligente”. Entre os ganhos, ele cita, por exemplo, a possibilidade de leitura facial e de placas de veículos. As imagens, dessa forma, seriam salvas com data, hora e local, o que possibilitaria registrar ocorrências em tempo real, por exemplo, explica o secretário.

A licitação, que ainda não tem o valor definido, escolherá a empresa que ficará responsável pelo fornecimento das câmeras e de toda tecnologia necessária. Porém, o controle contará com a integração dos órgãos de segurança pública - Brigada Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal, entre outros - com a mediação da prefeitura.

Problema antigo
Desde o fim do mês de junho, Santa Maria perdeu parte de um importante reforço para a segurança pública: as câmeras de monitoramento, mantidas pelo poder público, estão desativadas. Isso porque se encerrou o contrato que a prefeitura mantinha com a Vigillare, empresa privada que presta serviço na área.

A situação se arrastava desde dezembro de 2017, quando o contrato havia, de fato, chegado ao fim. Desde então, de janeiro a junho deste ano, o Executivo municipal renovou os serviços temporariamente, por meio de um aditivo de prazo.

Após o aditivo encerrar em junho, entre 40% a 50% das 725 câmeras estão inoperantes. Na prática, isso representa entre 290 a 360 câmeras desligadas.

A licitação, do próximo mês, contemplará essa demanda.


03/10/2018

Fonte: Gaucha ZH

 

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