São Paulo, SP - Com o objetivo de eliminar uma demanda reprimida de 15% no Estado, a Centrais Elétricas de Goiás (Celg) está realizando uma concorrência pública internacional para viabilizar novas obras e reformas em sua rede. Segundo o presidente da estatal, André Baptista Rocha, as obras devem custar cerca de US$ 200 milhões nos próximos três anos.
Os recursos serão utilizados para a construção de 20 novas subestações e reforma de outras 84. Além disso, a empresa pretende construir mais 705 km de linhas de transmissão, o que irá representar um aumento de pouco mais de 10% na rede.
De acordo com o presidente, a empresa procurou, juntamente com o Banco de Brasil, o Eximbank norte-americano, que analisou os números da Celg e a demanda reprimida de Goiás, e se comprometeu a financiar até US$ 120 milhões, com dois anos de carência e outros dez para o pagamento.
Com a proposta do banco de fomento norte-americano em mãos, a estatal passou a divulgar a licitação, que está marcada para 18 de outubro. Segundo o executivo, 45 instituições já estão participando do processo.
Dos US$ 200 milhões estimados para as obras, cerca de 70% serão destinados à compra de equipamentos, ficando o restante para gerenciamento e serviços.
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