O Ceará está recebendo investimentos de R$ 1,7 bilhão em obras de infraestrutura hídrica. Novos açudes do Departamento Nacional de Obras Contras as Secas (Dnocs) e da Secretaria Estadual dos Recursos Hídricos (SRH) elevam o potencial de acumulação de água para abastecimento humano, projetos industriais e irrigação.
O Ceará tem 133 açudes públicos. O armazenamento máximo é de 17,8 bilhões de metros cúbicos (m³). Hoje o Dnocs e a SRH estão construindo ou em fase de inauguração de mais seis barragens, com capacidade para mais 1 bilhão de m³.
O Dnocs acabou em maio as obras da barragem Taquara, em Cariré, ao custo de R$ 120 milhões. A capacidade de 320 milhões de m³.
Outra obra do Dnocs está sendo executada atualmente em Alto Santo, no Vale do Jaguaribe. O açude Figueiredo deve ficar pronto até o fim deste ano, conforme prevê a direção do órgão. A capacidade da barragem é para 520 milhões de m³. A construção tem investimento similar ao do açude Taquara.
O diretor do Dnocs, Elias Fernandes, lembra ainda que está aberta a licitação para a construção da barragem Fronteiras, em Crateús, na região Oeste. A obra tem valor previsto de R$ 300 milhões e capacidade para 500 milhões de m³. A execução deve durar até três anos. As novas barragens estarão entre as dez maiores do Ceará.
Já a SRH está construindo quatro barragens de menor porte em Alto Santo, Miraíma, Madalena e Itapipoca. A soma das capacidades é de 167,7 milhões de m³ e o investido é de R$ 103 milhões.
O secretário César Pinheiro explica ainda que a barragem Jenipapeiro, em Baixio, está licitada no valor de R$ 15 milhões e tem potencial de acumulação em 43,4 milhões de m³. Mais duas barragens, em Ipueiras e Antonina do Norte, estão em fase de licitação e, somadas, as capacidades são de 26,8 milhões de m³.
Eixão das Águas
César Pinheiro explica ainda que o Eixão das Águas deve ter a sua conclusão em julho do próximo ano. A obra permite a condução de água do açude Castanhão, em Alto Santo, para a Região Metropolitana de Fortaleza e para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém.
Há obras no trecho 4, entre Pacajus e o açude Gavião, em Pacatuba, com previsão este ano. Esta fase leva água do Castanhão para a Grande Fortaleza.
O secretário aponta ainda que o trecho 5, entre o açude Gavião e o Complexo do Pecém, deve ser terminado em julho do próximo ano. O investimento nos cinco trechos chega a R$ 1,1 bilhão.
O trecho 5 assegura água para empreendimentos como a refinaria Premium II, da Petrobras, e a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP).
08/08/2010
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