A licitação do serviço de varrição de rua de São Paulo avançou ontem (12) com a abertura dos envelopes. As 19 empresas interessadas na obtenção do contrato participaram da cerimônia.
Desde que foi aberto, o processo já foi barrado duas vezes pelo TCM (Tribunal de Contas do Município) devido a irregularidades.
A varrição da cidade de São Paulo tem um dos maiores custos no erário da prefeitura: R$ 1,2 bilhão por ano. Desde outubro do ano passado, a gestão municipal tenta realizar uma licitação para contratar os consórcios, mas até agora não conseguiu concluir o processo.
A licitação passou por transformações e agora, as regras dividem a cidade em sei lotes, sendo que cada um será administrado por uma empresa. A Prefeitura de São Paulo deverá pagar valor máximo de até R$ 80 milhões por mês para as empresas vencedoras.
Atualmente, vigora um contrato emergencial entre gestão municipal e a empresa responsável pela varrição. Hoje, os serviços na cidade são divididos em duas partes: divisíveis e indivisíveis.
As atividades que integram os serviços divisíveis como coleta de lixo domiciliar e coleta e tratamento de resíduos de saúde enquanto as atividades indivisíveis são varrição, capinação e outros.
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