Assentados buscam recursos para obra de moinho


Integrantes da Cooperativa de Processamento de Grão da Reforma Agrária Ltda (Coopgral), que funciona junto ao assentamento Jaguarão no interior de Aceguá, estão buscando recursos junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para a complementação das obras do moinho para a produção de farinha e beneficiamento de grãos. A expectativa dos produtores é conseguir cerca de R$200 mil.
Cerca de 70 produtores e 300 famílias serão beneficiadas com o projeto, que já recebeu o investimento de R$ 420mil, para a construção de uma estrutura para produção de farinha de trigo e máquinas para produzir farinha de milho e canjica.
De acordo com o presidente da cooperativa, José Altair dos Santos, atualmente a capacidade de produção é de 120 quilos por hora. Ele comenta que a ideia é finalizar as obras e adquirir maquinário mais moderno e iniciar a comercialização dos produtos para o mercado externo. “Por enquanto, a produção é para o consumo interno dos assentados”, comenta.
Conforme o presidente, além do material, a Coopgral está aguardando a certificação estadual para poder comercializar o produto.
O secretário de Desenvolvimento Econômico de Aceguá, Glécio Rodrigues, salienta que já foram realizadas várias reuniões com os produtores e Incra para viabilizar o projeto.
Rodrigues destaca que as verbas e a licitação são realizadas através do órgão e a possibilidade do município ter a primeira agroindústria é muito positiva para a região.
Moinho Jaguarão está situado no município de Aceguá e abrange cinco assentamentos com um total de 170 famílias distribuídas em 4.597,22 hectares. A fazenda desapropriada para dar origem do assentamento Jaguarão, era formada também pela Fazenda Madrugada e fundos com 130 famílias assentadas, que pertencem ao município de Candiota.
Conforme o líder da cooperativa, os assentamentos estão situados em uma região propicia para o cultivo de cereais de inverno e de verão. “Os produtores têm plantado com sucesso o trigo e milho”, afirma.
O moinho foi adquirido em 2001 com verbas da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) do governo do Estado e vem funcionando precariamente na sede da antiga fazenda desde 2001. Com a construção do novo moinho os equipamentos foram transferidos para nova sede no começo do ano de 2012. “A farinha produzida pelo moinho é bastante disputada em Aceguá e entre os alemães da Colônia Nova”, salienta.


10/07/2013

Fonte: Jornal Minuano (Bagé/RS)

 

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