Após uma reunião realizada na manhã desta quarta (22), entre os donos dos food trucks, o secretário de Urbanismo Reginaldo Cordeiro e representantes da Abrasel (Associação de Bares e Restaurantes) e da Abrabar (Associação de Bares e Casas Noturnas), a Prefeitura estuda mudar o edital da licitação que libera a circulação dos caminhões de comida em locais públicos de Curitiba.
O encontro foi marcado após o protesto dos truckeiros que na semana passada realizaram uma carreata e um buzinaço em frente ao prédio da Prefeitura. Os empresários reclamam dos valores cobrados pelo poder público para participar da licitação (que chegam até R$ 1.171,10) e as mensalidades (até R$ 1.505,70), além de criticar os pontos escolhidos pela Prefeitura, que estariam em regiões de pouca circulação de pessoas. O decreto que regulamenta a atividade dos food trucks prevê ainda que os caminhões não estacionem a menos de 200 metros de bares e restaurantes.
Enquanto a Prefeitura avalia se acatar as demandas dos empresários, o edital de licitação que foi lançado no dia 9 de junho continua valendo: donos de food trucks têm tempo até 11 de julho para apresentar as propostas. Informações preliminares obtidas pelo Bom Gourmet dão conta de que 60 food trucks estariam interessados em participar da licitação.
Luciano Bartolomeu, diretor executivo da Abrasel-PR, que participou da reunião, diz que a reclamação dos donos de food trucks sobre os locais públicos escolhidos pela Prefeitura é infundada: “Temos restaurantes que fizeram o seu ponto. A comida de rua tem tido um crescimento mundial. Se os locais tiverem estrutura, as pessoas vão procurar”, afirmou em entrevista ao Bom Gourmet.
Fábio Aguayo, presidente da Abrabar, que também esteve presente na reunião, diz que entre seus associados estão truckeiros, mas que os que trabalham irregularmente deveriam ter o veículo guinchado. Sobre a questão dos pontos públicos, Aguayo diz que esses lugares devem ser ocupados até mesmo para gerar novos espaços gastronômicos. “Temos que atender todos os públicos. Essa contrapartida da Prefeitura é saudável para descentralizar a gastronomia”, afirma. Segundo ele, os valores cobrados pela Prefeitura “são justos”.
A Associação Paranaense de Food Trucks (APFT) foi procurada e deve se manifestar em breve.
22/06/2016
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