Após greves e cobranças, prefeitura abre licitação


Depois de duas greves e audiências públicas marcadas por reclamações, o prefeito Silvio Félix (PDT) decidiu abrir uma nova licitação para empresas atuarem no transporte coletivo em Limeira. O edital foi publicado ontem no Jornal Oficial do Município.
Conforme a prefeitura, a nova concorrência prevê uma série de mudanças, como novas linhas de ônibus, veículos adaptados para portadores de deficiência física e manutenção nos pontos de ônibus.
Em nota, o Executivo informa que a previsão é que os envelopes com as propostas das empresas participantes sejam abertos no dia 22 de agosto, uma quarta-feira. Nos próximos dias, o edital também será publicado no Diário Oficial do Estado. Qualquer empresa do Brasil pode participar da licitação, promessa de campanha de Félix e que será na modalidade concorrência pública.
Provavelmente, o edital de ontem deverá gerar uma nova publicação. É que o texto cita que a licitação do transporte coletivo é a de número 021/2006 quando na verdade o correto seria 021/2007.
Segundo a prefeitura, as empresas interessadas podem retirar o edital completo no Departamento de Gestão de Suprimentos (DGS) da Secretaria da Administração. O departamento fica no Edifício Prada, na Rua Alberto Ferreira, 179, no Centro. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3404-9644.

JUSTIÇA
As empresa que atualmente operam o transporte coletivo na cidade começaram a atuar nas décadas de 1960 (Viação Limeirense) e 1990 (Rápido Sudeste). Os contratos atuais do transporte são questionados em ação na Justiça - ainda sem julgamento de mérito. O motivo são as prorrogações feitas pela prefeitura, sem que uma nova concorrência fosse aberta. A mais recente prorrogação aconteceu no último ano do governo José Carlos Pejon (PSDB).
Félix também não ficou isento dos problemas que envolvem o transporte coletivo. Este ano, foram duas greves no setor. Na primeira paralisação, em janeiro, motoristas e cobradores estavam descontentes com decisões das empresas de ônibus, como dispensas de funcionários por justa causa. Já a mais recente, em abril, durou 16 dias e levou a prefeitura a declarar estado de emergência no setor.
Na última audiência pública que discutiu a nova licitação do transporte coletivo, entidades como o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-Limeira), Sindicato dos Motoristas, Instituto Educacional Ginga (IEG) e usuários fizeram cobranças. Às reclamações foram generalizadas. A maior parte delas direcionadas à deficiência das linhas, falta de abrigos nos pontos, ônibus lotados, frota antiga e insuficiente e falta de mais ônibus para portadores de necessidades especiais.


30/06/2007

Fonte: Jornal de Limeira

 

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