ANP já arrecadou R$ 2,3 milhões com licitação de áreas inativas


Rio - A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já conseguiu arrecadar R$ 2,38 milhões com a licitação de cinco das sete áreas ofertadas até o meio-dia de hoje (29), na Segunda Rodada de Licitações de Áreas Inativas com Acumulações Marginais – os chamados "campos maduros", cuja produção foi suspensa devido à pouca atratividade dos campos para as grandes empresas.
Com a licitação, está garantida a criação de 880 mil unidades de trabalho, que viabilizarão investimento mínimo de R$ 8,880 milhões na reativação e no desenvolvimento da produção dos campos arrematados.
Os cinco campos que obtiveram propostas – as exceções foram as áreas de Carnaubais,
na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, e Rio Barra Nova, na Bacia do Espírito Santo, que não despertaram interesse de nenhuma das 55 empresas habilitadas – envolvem área exploratória de 70,7 quilômetros quadrados em três bacias sedimentares do país: Potiguar, no Rio Grande do Norte; Potiguar, no Espírito Santo; e Barreirinhas, no Maranhão.
Ao fazer um balanço parcial da segunda "rodadinha", como foi chamado o leilão, o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, destacou a acirrada disputa por alguns blocos e a venda de cinco das sete áreas ofertadas até agora.
"Eram áreas abandonadas e sem grande interesse por parte das grandes empresas. Por isso, acho que o pequeno e médio empresário estão respondendo positivamente à intenção de se criar um novo segmento produtor no país. Cabe agora ao governo federal, ao Ministério de Minas e Energia e à ANP prestigiar esse setor que está surgindo no país", afirmou.
O maior bônus de assinatura registrado até agora foi pago pela empresa Panergy Consultoria e Participações, R$ 1,155 milhão pela área do "Espigão", na bacia de Barreirinhas, no Maranhão.
Localizado no município de Santo Amaro, a 180 quilômetros de São Luis, capital do estado, com 21,35 quilômetros quadrados, o campo foi disputado por 11 empresas. Área com potencial para produção de gás natural com volume de 283,3 milhões de metros cúbicos embaixo da terra (in situ), não teve, no sua capacidade de produção divulgada pela ANP.
No balanço sobre o andamento da licitação, Haroldo Lima defendeu a necessidade de passos significativos para desenvolver o setor em curto espaço de tempo. "Há interesse, e isso está demonstrado. Para ter uma idéia: das 16 áreas licitadas no ano passado, na primeira rodada, em um total de 17 ofertadas, todas estão em desenvolvimento e com investimentos sendo feitos. É um balanço geral muito positivo, seja da primeira ou da segunda rodada", afirmou Lima.
Ele ressaltou ainda que a Petrobras garante a compra de toda a produção decorrente da atividade nas áreas arrematadas e recuperadas pelas empresas.


29/06/2006

Fonte: Agência Brasil

 

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