A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realiza hoje, em São Paulo, o primeiro leilão de energia nova destinado à contratação de energia elétrica gerada exclusivamente por fontes hídricas, ou seja, usinas hidrelétricas ou pequenas centrais hidrelétricas. Conduzido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, o leilão começou às 10h.
Entre os projetos destacam-se as usinas de Garibaldi, que será construída no Rio Canoas, nas cidades catarinenses de Cerro Negro e Abdon Batista; de Ferreira Gomes, que será instalada no Rio Araguari, nos municípios macapaenses de Araguari e Ferreira Gomes; e a de Colíder, a ser implantada no Rio Teles Pires, em Nova Canaã do Norte, Colíder e Itaúba, em Mato Grosso. O início do fornecimento está previsto para 1º de janeiro de 2015.
A previsão é que sejam investidos na Usina de Garibaldi R$ 719,3 milhões e que a potência mínima instalada chegue a 177,9 megawatts (MW). O valor máximo para lance é de R$ 133 por megawatt/hora (MW/h).
O custo estimado da Usina de Ferreira Gomes é de R$ 810,7 milhões e a potência instalada mínima, de 252 MW, com valor máximo para lance de R$ 83 por MW/h.
No caso da Usina de Colíder, o investimento estimado é de R$ 1,2 bilhão e o teto do lance é de R$ 116 por MW/h. A potência instalada mínima deve ser de 300 MW.
Paraguai - Também nesta sexta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia no Paraguai o início da construção de uma rede de distribuição da hidroelétrica conjunta de Itaipu, prometida há pouco mais de um ano ao país vizinho.
Lula se reúne com seu colega uruguaio José Mujica na fronteira entre esses dois países. Será recebido depois pelo governante paraguaio, Fernando Lugo, no aeroporto Silvio Pettirossi, próximo a Assunção, onde os dois fazem a primeira reunião.
Os líderes irão então para a localidade de Villa Hayes, a 60 quilômetros da capital, para iniciar as obras da subestação de uma linha de transmissão de 500 quilowatts que unirá Assunção com Itaipu, 330 quilômetros ao leste da capital paraguaia.
Essa obra faz parte de um acordo bilateral de 31 pontos assinado pelos dois chefes de Estado no dia 25 de julho de 2009 em Assunção, no qual o Brasil se comprometeu a triplicar os US$ 120 milhões que atualmente o Paraguai recebe pela venda de seu excedente de energia proveniente de Itaipu.
Outros pontos do pacto, como a triplicação das compensações que o Paraguai recebe pela cessão ao Brasil de sua parte da energia que não consome em Itaipu, estão sujeitos à aprovação no Congresso.
O acordo inclui a possibilidade de que o Paraguai venda por sua conta o excedente no sistema elétrico do país vizinho e prevê, além disso, a construção, com financiamento do Brasil, de uma segunda ponte sobre o Rio Paraná, fronteira natural entre os dois países.
30/07/2010
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