Cerca de 120 policiais civis de 28 delegacias especializadas realizam hoje uma operação para desarticular uma quadrilha suspeita de fraudar licitações públicas no Estado do Rio. O objetivo da ação é combater a corrupção e a lavagem de dinheiro com o cumprimento de 30 mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, ao menos dez empresas participariam dessas fraudes. Entre as fraudadoras estão construtoras.
Batizada de operação Monopólio Final, as investigações apontam que as empresas são suspeitas de participar das licitações para direcionar o resultado a fim de que uma delas saísse vencedora.
Ainda de acordo com a polícia, as empresas teriam causado um prejuízo de milhões de reais ao governo. Estima-se que eles superfaturavam os serviços na ordem de 10% a 20%.
A operação da polícia foi realizada no centro, nas zonas sul e norte e na região oceânica de Niterói. Em Itaipuaçu, no município de Maricá, a 60 quilômetros da capital fluminense, a polícia tentou encontrar o representante de uma das firmas investigadas, mas ele não foi achado.
Essa é a primeira grande operação realizada pelo núcleo criado há um ano para investigar lavagem de dinheiro e os chamados crimes de "colarinho branco".
As equipes de diversas delegacias especializadas retornam para a sede da Polícia Civil com quilos de documentos e computadores apreendidos em imóveis e empresas.
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