Após licitação, Prefeitura da Capital espera trocar 8 mil lâmpadas por mês


A conclusão da licitação para contratação de empresas responsáveis pela instalação e manutenção do sistema de iluminação pública permitirá elevar de nove para 21 o total de equipes que atuam no serviço e, em um prazo de quatro meses, atender a toda demanda reprimida relativa à troca de lâmpadas. O certame foi realizado na manhã desta terça-feira (13) e teve duas empresas vencedoras: Construtora JLC Ltda. e Construtora B&C Ltda.

Das nove equipes atualmente em atividade, cinco são de empresas prestadoras de serviço à Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) que operam com saldo dos contratos antigos para atender as sete regiões urbanas de Campo Grande, que totalizam cerca de 140 mil lâmpadas.

A expectativa é de que a partir de abril, quando a nova estrutura contratada já estará nas ruas, será possível trocar em média oito mil lâmpadas queimadas por mês e, em 120 dias, atender toda a demanda represada dos últimos seis meses. Em setembro de 2017 chegaram ao fim os contratos vigentes para cinco regiões urbanas, deixando o trabalho prejudicado. Hoje, segundo informações do Paço Municipal, são repostas entre três e quatro mil lâmpadas ao mês.

Resultado – A apresentação das propostas nesta terça-feira resultou em uma redução de 29,07% na previsão de gastos com a licitação. Com teto de R$ 15,6 milhões para todas as contratações, a soma dos valores pelos quais JLC e e B&C se propuseram a prestar os serviços na área de iluminação pública foi pouco superior a R$ 11,1 milhões, ou R$ 4,5 milhões a menos ao longo dos 12 meses de contrato.

Oito empresas foram desclassificadas –Diferencial Serviços e Construções, Lombardi Coura Engenharia, Age Comercial, M.R Construtora, Tecnolumen Iluminação Urbana, RT Energia e Serviços, Vitórialuz COnstruções e Reiter Serviços. Já a Red Construtora e Serviços retirou sua proposta.

A JLC venceu os lotes para as regiões urbanas do Bandeira, com proposta de R$ 1,9 milhão (frente aos R$ 2,35 milhões do valor de referência, uma redução de 30,13%); Centro, R$ 1,6 milhão (30,14% inferior à previsão de R$ 2,13 milhões); e Anhanduizinho, R$ 1,9 milhão (R$ 2,4 milhões, ou 30,11% a menos).

A B&C arrematou o serviço nas regiões do Lagoa, por R$ 1,5 milhão (27,03% abaixo do valor de referência, de R$ 2,07 milhões); Segredo, R$ 1,4 milhão (R$ 2,07 milhões, ou 30,33% abaixo); Imbirussu, R$ 1,4 milhão (25% abaixo dos R$ 2,08 milhões de teto); e Prosa, R$ 1,4 milhão (30,21% a menos dos R$ 2,11 milhões do teto).


13/03/2018

Fonte: Campo Grande News

 

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