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Donos da substituta da CAB desaparecem; Cuiabá prepara nova licitação bilionária


O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), relatou que representantes da empresa Águas de Cuiabá, que seria a responsável por substituir a CAB na administração dos serviços de água e esgoto na Capital, “sumiram do mapa". Ele disse que, caso o grupo não apresente plano municipal de saneamento básico até o mês de maio, declarará a caducidade do acordo que havia sido firmado entre a prefeitura e a empresa no ano passado durante a gestão do ex-prefeito Mauro Mendes (PSB).

O grupo Águas de Cuiabá foi escolhido para administrar o saneamento básico da Capital em novembro passado. Ele foi selecionado para substituir a CAB, que atuava na Capital desde 2011 e estava sob intervenção desde maio passado, após um relatório da Procuradoria-Geral do Município e da Prefeitura de Cuiabá apontarem que a empresa descumpriu metas de melhoria no serviço de água de esgoto e se revelou inviável no ponto de vista econômico-financeiro, sendo considerada uma má gestora dos serviços.

A intervenção na CAB Cuiabá deve ser encerrada no fim de maio, período no qual estava previsto o início dos trabalhos da Água de Cuiabá. No entanto, o prefeito Emanuel Pinheiro relatou que representantes da empresa não se comunicaram mais com a prefeitura, para apresentar os projetos para o saneamento da Capital. “Eles estiveram comigo em janeiro e disseram que a população de Cuiabá sofreu demais com o saneamento básico. Perdemos muito com a Operação Pacenas em 2009 e com a CAB em 2015. Mas ainda estou esperando uma resposta dos representantes da Águas de Cuiabá”, disse, na terça-feira (18), em entrevista ao programa Resumo do Dia, da TV Brasil Oeste.

Emanuel contou que desde a reunião que teve com representantes da possível nova gestora do saneamento da Capital, os representantes do grupo não procuraram mais a prefeitura. “Eles sumiram. Nunca mais apareceram. A intervenção vence no dia 30 de maio. Já avisei ao Marcelo de Oliveira, interventor, e para os sócios minoritários, Mário Cândia e Edgar, que estão aqui em Cuiabá. Não vou brincar com a saúde pública da Capital, se não apresentarem a proposta. Saneamento básico também é saúde pública. Não vou esperar até o dia 30 de maio, não”, comentou.

Caso a empresa não apresente o projeto para a prefeitura até meados do próximo mês, o peemedebista informou que adotará as medidas necessárias. A expectativa era de que eles apresentassem um plano de investimento de R$ 1,2 bilhão para os próximos sete anos, a partir deste ano, para o saneamento básico da Capital. “Se não apresentarem até 15 de maio essa proposta, para que possamos mostrar à população o plano de investimento para os próximos anos, eu decreto a caducidade do contrato e vou chamar uma nova licitação. Assumo o sistema e vou chamar uma nova licitação, uma empresa de porte, com expertise e know how em saneamento básico, que tenha tido experiência em capitais ou cidades de grande porte no Brasil afora ou até no exterior. Mas não vou brincar com o saneamento básico, com a saúde pública da população cuiabana”, destacou.

O prefeito da Capital detalhou sobre o que havia sido acertado com a empresa, após ser escolhida para gerir os serviços de água e esgoto da Capital. “Determinamos um plano municipal para universalizar o saneamento básico em Cuiabá, pagando essa dívida com o povo cuiabano. Para isso, é necessário se investir R$ 1,2 bilhão em sete anos. É esse o compromisso dessa nova empresa, formada nessa engenharia jurídica e administrativa feita no fim da gestão do ex-prefeito Mauro Mendes", afirmou.

A expectativa de Emanuel é que os investimentos da empresa na Capital tenham início quando for fechado o contrato entre as partes, caso o acordo seja efetivado. “Eles alegam que vão investir. E esse investimento começa tão logo assinarem o contrato, com os R$ 204 milhões, divididos em oito vezes”, explicou.


20/04/2017

Fonte: FolhaMax

 



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