Nova suspeita de fraude em licitação para compra de medicamentos levou a Prefeitura de SP a suspender ontem o resultado de um pregão eletrônico. A decisão saiu no "Diário Oficial" do município.
O pregão foi suspenso após informação publicada pelo jornal "O Estado de S.Paulo". A veracidade da suspeita será apurada.
Segundo o jornal, repórteres receberam uma carta informando que o pregão fora direcionado à Halex Istar, que levaria três dos cinco lotes licitados. Ela não ganhou nenhum.
Dois desses lotes foram vencidos pela Dupatri, para venda de ganciclovir sódico e gelatina fluida modificada. A fabricante é a Halex Istar, motivo pelo qual a prefeitura resolveu investigar o caso. Os contratos vencidos pela Dupatri somam R$ 53,5 mil.
A Fresenius Kabi Brasil venceu os outros lotes do pregão três.
O temor da pasta está nas investigações que a Halex Istar vem sofrendo pelo Ministério Público e Polícia Civil. A empresa é suspeita de integrar um suposto esquema de fraudes na venda de remédios em ao menos cinco Estados. A Folha não conseguiu falar ontem à tarde com as empresas.
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